sexta-feira, 18 de abril de 2014



SURDOCEGUEIRA X DEFICIÊNCIA MULTIPLA

SURDOCEGUEIRA é uma das deficiências menos entendidas. Não é uma pessoa com deficiência visual que não pode ouvir, ou uma com deficiência auditiva que não consegue ver. É uma privação multissensorial, onde se é efetivamente negado o uso simultâneo dos dois sentidos distais. A surdocegueira é uma deficiência única que apresenta a perda da audição e da visão de tal forma que a combinação das duas deficiências impossibilita o uso dos sentidos de distância, cria necessidades especiais de comunicação, causa extrema dificuldade na conquista de metas educacionais, vocacionais, recreativas, sociais, para acessar informações e compreender o mundo que os cerca. (MCLNNES; TREFFRY, 1982 apud HONORA; FRIZANCO, 2013). Essa deficiência exige necessidades educacionais as quais:
  • Evitar o toque de muitas pessoas;
  • Estruturar o planejamento com atividades funcionais para o aluno;
  • Não infantilizar, considerar sua idade Cronológica;
  • Estabelecer uma rotina previsível com uma comunicação possível;
  • Estabelecer uma relação de confiança;
  • Respeitar o tempo de aceitação;
  • Desenvolver um diálogo não verbal, utilizando os movimentos do aluno;
  • Utilizar as atividades que o aluno apresente;
  • Enfocar o processo de aprendizagem, não o resultado;
  • Ter informações de todos os que atuam com a criança;
  • Preparar um ambiente que estabeleça um lugar com limites especiais, lugares  muito amplos podem causar alterações de comportamento;
  • Perceber suas intenções comunicativas;
  • Dar novo significado a objetos e pessoas;
  • Respeitar o tempo do aluno e não ser invasivo.
Faz-se necessário ainda atentar para algumas observações educacionais sobre o aluno com surdocegueira:
  • Pode apresentar movimentos estereotipados e repetitivos;
  • Não demonstra saber as funções dos objetos ou brinquedos, utilizando-os de maneira inadequada;
  • Pode rir e chorar sem causa aparente;
  • Pode apresentar resistência ao contato físico;
  • Movimenta os dedos e as mãos em frente aos olhos;
  • Não se comunica de maneira convencional;
  • Pode apresentar distúrbio de sono;
  • Não exploram o ambiente de maneira adequada;
  • Tropeça muito e bate nos moveis, objetos, etc;
  • Gosta de ficar em locais com luminosidade;
  • Pode não reagir a sons. (ORELOVE, 1996; LADEIRA, 1999 apud HONORA; FRIZANCO, 2013)
DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA são consideradas deficiências múltiplas aquelas onde a pessoa “têm mais de uma deficiência associada. É uma condição heterogênea que identifica diferentes grupos de pessoas revelando associações diversas de deficiências que afetam mais ou menos intensamente o funcionamento individual e o relacionamento social” (MEC/SEESP, 2002 apud BOSCO; et-al, 2010). De acordo com a definição americana “É a existência concomitante de duas ou mais deficiências cuja combinação dar origem a necessidades educativas únicas e permanentes”. Deste modo crianças com deficiência múltipla apresentam algumas necessidades inerentes às deficiências as quais:
  • Ser olhada como criança;
  • Ser olhada como alguém que pode aprender;
  • Ser considerada potencialmente bem-sucedida;
  • Sentir que a família e a escola tem expectativas positivas em relação a ela.
Bem como as seguintes necessidades educacionais:
  • Posicionamento e manejo apropriado;
  • Oportunidade de escolha;
  • Métodos apropriados de comunicação;
  • Estimulação constante de pessoas que se comuniquem de forma adequada e que proporcionem situações de interação;
  • Planejamento de toda a aprendizagem, inclusive aspectos simples básicos da sua vida diária;
  • Interação em ambientes naturais, incluindo pessoas e objetos;
  • Oportunidades de aprendizagens centradas em experiência de vida real;
  • Planejamento com atividades funcionais e significativas;
·         Organização e estruturação dos ambientes para que se sintam seguras.

Ambas as situações tanto a SURDOCEGUEIRA como DEFICIÊNCIAS MULTIPLAS apresentam particularidades semelhantes nas estratégias de ensino são elas:
  • Criar vínculo;
  • Indicações táteis / sinestésicas;
  • Sinais vocais / Visuais;
  • Indicações ou modelos;
  • Gestos naturais;
  • Sinais vocais;
  • Sinais físicos (Movimento do corpo);
  • Objetos reais;
  • Objetos representativos;
  • Fotografias de objetos;
  • Desenhos de objetos;
  • Ilustrações coloridas;
  • Ilustrações em branco / preto;
  • Pictogramas;
  • Caixa de antecipação;
  • Calendários;
  • Língua de Sinais.
É importante ressaltar que para o desenvolvimento de habilidades comunicativas, é de fundamental importância que seja analisado e observado qual a necessidade do EPAEE. Cujo trabalho deve ser pensado juntamente com a equipe escolar, família e educando.


FONTE:
HONORA, Márcia; FRIZANCO, Mary Lopes Esteves, Ciranda da inclusão, 2013.

BOSCO, Ismênia Carolina Mota Gomes; MESQUITA, Sandra Regina Stanziani Higino; MAIA, Shirley Rodrigues, A educação especial na perspectiva da inclusão escolar: Surdocegueira e Deficiência multipla,Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de educação Especial; [Fortaleza]: Universidade Federal do Ceará, 2010, v.5

domingo, 9 de março de 2014







EDUCAÇÃO ESCOLAR DE PESSOAS COM SURDEZ.
- Atendimento Educacional Especializado em Construção-

Silva, Madalena Maria.
Icapuí, 09 de Março de 2014. 

A proposta inclusiva, ou o modo de fazer pedagógico com os educandos com surdez nas escolas comuns, deve ser voltada para a Tendência por meio do bilinguismo, em um espaço favorável onde seja desenvolvida a Língua brasileira de Sinais e a Língua Portuguesa, sendo executado na sala Multifuncional, o qual recebe o nome de AEE, com sua relevância no dinamismo pedagógico por se destacar em três momentos, os quais são denominados de: Momento do Atendimento Educacional Especializado na Escola Comum. Ou seja, o trabalho que é realizado todos os dia com alunos com surdez que estão em sala comum, e é executado preferencialmente por professor surdo, onde  todos os conhecimentos dos diferentes conteúdos curriculares são explicados em Língua de Sinais e Língua Portuguesa, sempre no contra turno do horário que o educando estuda. Já o Momento do Atendimento Educacional Especializado Para o Ensino de Libras na Escola Comum, "Os alunos com surdez terão aula de Libras , favorecendo o conhecimento e a aquisição, principalmente de termos científicos" , seu planejamento deve se dá a partir do diagnóstico do conhecimento que o aprendiz tem sobre a Língua de Sinais e quem pode ministrar é um professor ou um instrutor de Libras. Por último temos o Momento do Atendimento Educacional Especializado para o ensino da Língua Portuguesa, a qual tem como foco trabalhar as especificidades dessa Língua para as pessoas com surdez.
E conforme o Decreto 5.626, de 5 de Dezembro de 2005, “As pessoas com surdez tem direito a uma educação que garanta a sua formação, em que a Língua Brasileira  de Sinais  e a Língua Portuguesa, preferencialmente  na modalidade escrita, constituam línguas de instrução, e que o acesso as duas ocorra de forma simultânea no ambiente escolar, colaborando para o desenvolvimento de todo o processo educativo. A proposta da educação bilíngue pauta a organização da pratica pedagógica na escola comum, na sala de aula comum e no AEE”. Isso mostra que mesmo que a surdez seja um fator “limitante em partes”, sempre é possível aprender, conviver, troca experiências, construir relações e ambientes propicio a socializações e/ou interações. Dessa maneira uma pessoa com surdez não pode ser vista como um deficiente uma vez que a mesma não é incapaz de aprender. Ela tem perda sensorial auditiva que a limita biologicamente para essa função perceptiva. Por outro lado, há toda uma potencialidade do corpo biológico e da mente humana, tornando essa pessoa como ser capaz, um ser de consciência, de pensamento e linguagem. O fato de apresentar perda auditiva não a impede de aprender diferentes conceitos educacionais. DAMÁZIO (2007) Discorre que as praticas pedagógicas utilizadas hoje na escola regular constitui o maior problema na escolarização das pessoas com surdez. Para tanto se torna urgente, repensar essas práticas para que os alunos com surdez, não acreditem que suas dificuldades para o domínio da leitura e da escrita são advindas dos “limites” que a surdez lhes impõe, mas principalmente pelas metodologias adotadas para ensiná-los.
Neste sentido, é necessário fazer uma ação-reflexão-ação permanente a cerca de que, as pessoas com surdez não podem ser reduzidas ao chamado mudo surdo, como uma identidade e uma cultura surda. É no descentramento identitário que podemos conceber cada pessoa com surdez como um ser biopsicossocial, cognitivo, cultural, não somente na constituição de sua subjetividade, mas também na forma de aquisição e produção de conhecimento, capazes de adquirirem e desenvolverem não somente os processos visuais e gestuais, mas também de leitura e escrita, e de fala se desejarem.
E na perspectiva inclusiva pensar e construir uma prática pedagógica que assuma a abordagem bilíngue e se volte para o desenvolvimento das potencialidades das pessoas com surdez na escola é fazer com que esta instituição esteja preparada para compreender cada pessoa em suas potencialidades, singularidades e diferenças e em seus contextos de vida. Na abordagem de Libra e Língua Portuguesa, suas variantes de uso padrão, quando ensinadas no âmbito escolar, são deslocadas de seus lugares especificamente linguísticos e deve ser tomada em seus componentes histórico-cultural, textual e pragmático, além de seus aspectos formais, envolvendo a fonologia, morfologia, sintaxe, léxica e semântica. Para que isso ocorra, não se discute o bilinguismo com olhar fronteiriço ou territorializado, pois a pessoa com surdez não é estrangeira em seu próprio país, embora possa ser usuária de Libras, um sistema linguístico com características e status próprios.
Uma vez que para os autores (DAMÁZIO e FERREIRA, 2007), o fracasso escolar não está nessa ou naquela língua, mas também na eficácia das práticas pedagógicas.  
Deste modo o AEE (Atendimento Educacional Especializado) deve ser visto como uma construção e uma reconstrução de experiências e vivências conceituais em que o conhecimento precisa ser compreendido como uma teia de relações, nas quais as informações se processam como instrumento de interlocução e diálogo. Este atendimento oferece o acesso dos alunos com surdez e demais “limitações” ao conhecimento escolar em duas línguas: em Libras e em Língua Portuguesa, a participação ativa nas aulas e o desenvolvimento do seu potencial cognitivo, afetivo, social e linguístico com os demais colegas da escola comum. O objetivo desse atendimento é desenvolver a competência linguística, bem como textual, dos alunos que com surdez, ou outros déficit possam superá-los e que os mesmo sejam capazes de lerem e escreverem em Língua Portuguesa e desenvolverem outras habilidades. (ALVES,DAMÁZIO,2010).

REFERÊNCIAS
DAMÁZIO, Mirlene Ferreira Macedo. Educação Escolar Inclusiva das Pessoas com Surdez na Escola Comum: Questões pólêmicas e Avanços Contemporâneos. In: II Seminário Educação Inclusiva: Direito à Diversidade, 2005, Brasília, Anais... Brasília: MEC,SEESP,2005.








domingo, 8 de dezembro de 2013

AUDIODESCRIÇÃO
O GIRASSOLZINHO POEMA DE DOUGLAS SOARES.














A partir das pesquisas realizadas sobre a audiodescrição, percebe-se que a mesma é uma ferramenta de suma importância no contexto educacional onde proporciona a aprendizagem e interação   não só das pessoas com DV mas para  todos. Como o próprio nome diz, ela descrevi o objeto em estudo e a partir dai o sujeito vai ouvindo e criando seu próprio mundo imaginário,  dando vida, cores, movimentos, sentimentos e sensações dentre outras.  
Mediante os diversos recursos audiodescritivos escolhi O POEMA DO GIRASSOLZINHO. Onde o mesmo expressa o sentimento de: AMOR, AUTO E BAIXA – ESTIMA, VALORIZAÇÃO DO SENTIR, SENSIBILIDADE E ESPERANÇA. Diante disso podemos ver e sentir as coisas de diversas formas lembrando que a  pesar de ser apenas um poema vivenciado pela figura de um GIRASSOL,  todos nós com nossas deficiências e limitações vivenciamos o que é expresso no poema  no nosso dia dia.
 Sugiroque acessem o link: www.filmesquevoam.com.brhttp://www.filmesquevoam.com.br/  e confiram.


domingo, 20 de outubro de 2013

QUEBRA-CABEÇA

Quebra-cabeça é um jogo em se deve resolver um problema proposto. Nesse tipo de jogo, o raciocínio é bem mais importante que a agilidade e a força física. Os quebra-cabeças são normalmente usados como passatempo, mas é um excelente jogo na construção do conhecimento.

No processo de formação educacional de uma criança, o quebra-cabeças cumpre um papel fundamental no seu processo de desenvolvimento cognitivo e social, funcionando de maneira eficaz na sua aprendizagem.

A partir da construção do quebra-cabeça várias habilidades são trabalhadas e desenvolvidas como noção espacial, desenvolvimento cognitivo, visual, social, coordenação motora, raciocínio lógico, criatividade, imaginação, percepção, paciência. Movimentos com os olhos e com as mãos executados ao brincar com quebra-cabeças, poderão facilitar e preparar melhor as crianças para o hábito da leitura. O QUEBRA-CABEÇA ainda estimula: Pensamento lógico, composição e decomposição de figuras, discriminação visual, atenção e concentração. Abaixo o modelo de um quebra-cabeça, como fazer, e como trabalhar com ele com crianças com deficiência intelectual.

DESCRIÇÃO:
Caixas de fósforo em quantidade suficiente para cobrir as figuras que são colocadas uma em cada lado do conjunto de caixas. A figura é cortada com estilete no espaço entre as caixas. Ao redor do desenho, um durex colorido forma a moldura do quebra-cabeça. A parte lateral das caixinhas foi fechada com durex colorido. 
    

EXPLORAÇÃO:
-Desmontar e montar o jogo, compondo o desenho como um quebra-cabeça.
-Caso a atividade seja difícil para a criança, faça inicialmente a moldura e peça para completar a figura.




FONTE:
http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/2444-6.pdf
http://www.educatux.com.br/o_quebra_cabeca_e_a_aprendizagem

domingo, 8 de setembro de 2013

ADAPTATIVO DE ENTRADA DE DADOS AO COMPUTADOR: TECLADO COLMEIA


ADAPTATIVO DE ENTRADA DE DADOS AO COMPUTADOR: TECLADO COLMEIA.

Nestes últimos anos, observa-se um progressivo aumento do número de novas tecnologias. “A informática esta inserida no mundo moderno como uma poderosa ferramenta de tratamento de dados e de realizações de tarefas”. Na educação especial, tem servido como um recurso compensatório das limitações de cada EPAE.
De acordo com o caso do educando Gabriel o professor do Atendimento Educacional Especializado (AEE) trabalha com as ferramentas tecnológicas especificas as necessidades do aprendente. Para tanto o teclado Colmeia e o mouse são soluções tecnologias alternativa mais conhecidas dentro das diversas tecnologias como  entrada de dados no computador. O teclado tem teclas coloridas, cobertas por placa de acrílico com perfurações coincidentes as teclas denominadas Colmeia.
A Colmeia tem como funcionalidades básicas promover o acesso do usuário ao dispositivo e, em sequência ao computador o qual dará retorno: Tátil, visual e sonoro em qualquer combinação desejada.
          Vale salientar que “Além das funcionalidades básicas esperadas do teclado Colmeia alguns outros recursos extras serão considerados a fim de promover um verdadeiro ambiente de interação homem – maquina, intuitivo e que permite múltiplas combinações entre os símbolos”.
Assim, o teclado Colmeia, tem características adaptativas para pessoas com deficiência física nos membros superiores, como é o caso de Gabriel devido uma paralisia cerebral. O mesmo é utilizado em salas de educação especial objetivando um melhor aprendizado na sala regular. “Baseia-se nas funcionalidades que melhor se adequam aos seus propósitos, visando não só potencializar os alunos especiais, mas sobre tudo integrá-lo, em uma democracia digital, sem descriminação ou diferenciação por sua condição”.
Portanto, essa ferramenta deve ser usada por todos, propiciando um espaço único de aprendizagem mais saudável e humano, onde seja valorizado não só o conhecimento, mas sobre tudo o ser humano, ou seja, o cidadão ativo, participativo... Conhecedor dos seus deveres e capaz de se colocar diante da sociedade expressando o desejo por qualidade de vida melhor e se colocando a disposição para ajudar a constrói-lo.       
                                                                        
 

       Fotos extraídas do blog. Prof. Eunice Parra.
             

Deficiência Física / Carolina R. Schirmer [et al ].São Paulo: MEC/SEESP,2007.130p – (Atendimento Educacional Especializado).
BEZERRA, C.M.C. BR Braille: programa tradutor de textos Braille digitalizados para caracteres alfanuméricos em português .Campina,SP,2003. Dispoivel em< www.ufrgs.br/niee/.../Colmeia%20Um%20periferico%20adaptativo.pdf‎>Acessado 08-07-13.





sexta-feira, 2 de agosto de 2013

O papel do professor do Atendimento Educacional Especializado (AEE) na escola e na Sala de Recurso Multifuncional (SRM)

O professor do AEE exerce um papel de fundamental importância na unidade escolar como também na SRM. De acordo com a Resolução de nº 436/2012, no Artigo 9º, o AEE tem a função de “identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que atenuem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas”.
Assim, o professor do AEE tem a grande missão de buscar desenvolver no EPAEE estímulos indispensáveis ao pleno desenvolvimento afetivo, cognitivo e social através de recursos didáticos pedagógicos, tecnológicos e educativos contribuindo para a independência e autonomia do educando, visando minimizar os obstáculos que o impedem de aprender.
Sendo o AEE um complemento e/ou suplemento a formação do EPAEE, visando sua autonomia na escola ou fora dela requer cada vez mais do professor da SRM um compromisso de caráter cuidadoso que acolha a todos sem descriminação.
Cabe também ao professor do AEE fazer a ponte necessária entre os professores das salas comuns, os quais tem a função de atribuir ao educando o ensino das áreas do conhecimento.
Mediante ao exposto, faz-se necessário um debruçar sobre o estudo de caso do educando. Pois, somente a partir do mesmo é que o professor do AEE irá conhecer a história de vida, escolar, social e afetiva do EPAEE para poder se deter em um plano de atendimento para o público citado. Vale ressaltar que o debruçar do estudo de caso é tão importante, que requer do professor um olhar profundo e investigador porque é nele que vai estar focado todas as questões de ordem psicológica, neurológica, afetiva, motoras, de evolução conceitual, de atenção de concentração, entre outras.

Feito o estudo de caso e de posse de todas as informações o professor do AEE encontra-se munido de informações que irão nortear o plano de atendimento do AEE que irá contribuir com a aprendizagem e o desenvolvimento do EPAEE de forma satisfatória.

domingo, 26 de maio de 2013

SUGESTÕES DE VIDEOS

Os vídeos propostos são muito interessantes e estão enfatizando o avanço da tecnologia. Escolhi dois vídeos: Help Desk na Idade Média e Rafinha 2.0. Ao assistir Help Desk, voltei alguns anos atrás quando manuseei pela primeira vez o computador na escola. Meu comportamento foi semelhante ao personagem que tentava abrir o livro e não conseguia. Isso nos mostra o despreparo que temos em relação as novas tecnologias.
O vídeo Rafinha 2.0, nos apresenta o mundo da tecnologia, o crescimento da mesma e o poder de convencimento que exerce sobre a sociedade. A partir da globalização online, parece que tudo ficou mais fácil. Fácil de acessar, comprar, vender, publicar, produzir... São muitos produtos oferecidos e comprados. E o mais impressionante é que tudo é através de uma rede. É só apertar teclas e pronto, está consumado. É uma mão de obra, o mundo da colaboração, participação, das variedades e das escolhas. Escolhas, que nos levarão a qualquer lugar ou a lugar nenhum, depende de nós sabermos para ode ir e como queremos chegar. Que recursos vamos utilizar? Como vamos utilizar? De que forma e para que utilizar? Pois, bem nos mostra o vídeo, Rafinha está crescendo num mundo diferente do meu mundo. Porém, ambos temos oportunidade de interagir com esses recursos em um mundo de acesso imediato, escolhas sem pretendentes,ou seja, um mundo digitalizado. No entanto, preciso compreender melhor esse mundo, aprender com ele e respeitar o que ele nos oferece.

LINKS
• Help Desk na Idade Média
Duração 2min39seg, em Inglês, com legenda em português

• Rafinha 2.0
Duração: 9min36seg, em Português